terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Atendimento personalizado: via e-mail, skype, telefone e WhatsApp.

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Atendo pessoas que ainda não conseguem ter um relacionamento duradouro, ainda não encontraram o parceiro de suas vidas.



Pessoas que estão num relacionamento conflituoso. Algumas me procuram já decididas pela separação e outras decididas a salvar seu relacionamento. Vejo pessoas desistindo da separação quando antes já estavam decididas por ela, e pessoas que optam por uma separação quando esta alternativa ainda não lhes parecia tão clara.



Pessoas que ainda estão ligadas ao sofrimento daquele momento ou ao ex-parceiro e por isso não conseguem levar a vida adiante.



Pessoas que querem reconquistar o (a) ex.




Para todos os casos, meus clientes compreendem que a vida vale a pena ser vivida em sua mais profunda intensidade. Que momentos simples e singelos são tão significativos quanto datas especiais, e que vale a pena investirmos nos nossos relacionamentos. Casais felizes fazem uma sociedade melhor.



Andreia Fargnoli: Especializada em relacionamentos.



Atendimentos  via e-mail, telefone e Skype e agora WhatsApp   para todos os países. 

Clientes de outros países: Transferências podem ser feitas por  Western Union.

Consulte valores no:

dicasderelacionamento@hotmail.com

Andreia Fargnoli




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quarta-feira, 24 de maio de 2017

O amor é um abismo… e você tem três opções

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Primeira: dar pelo menos dez passos para trás, afastar-se da beirada, sair da margem ameaçadora, da zona de perigo! Assim, você estará protegido de prováveis riscos. Obviamente não cairá no abismo. Evitará a dor da perda, a angústia da dúvida, a ansiedade do encontro e, especialmente, o alto preço da entrega!

Parece muito boa esta opção, não? Eu diria que ela tem lá as suas vantagens. Porém, como tudo o mais na vida, ao optar pelo distanciamento, você estará abrindo mão de algumas possibilidades agradavelmente superiores.
A vida é uma sucessão ininterrupta de possibilidades, nem sempre controláveis, mas na maioria das vezes, influenciáveis. A todo instante, pode ser que sim ou pode ser que não. Mas no final das contas, se “sim” ou se “não” está diretamente relacionado com a sua escolha, seja ela consciente ou não, seja ela feita a partir de muitas opções ou a partir da falta de opções.
Portanto, se a sua pergunta é “Pode?”, a resposta é “Sim!”. Tudo pode, inclusive afastar-se do abismo…
Segunda: colocar-se em posição de espera, à beira do abismo. Vai dar medo de cair a qualquer momento, é verdade! Saber-se diante de um “espaço que não tem fim” parece uma posição pouco segura.
Talvez seja mesmo. Mas de fato não é segurança o que buscamos, e sim preenchimento, troca, o silêncio que responde todas as nossas perguntas…
Se você conseguir, permaneça aí até que esteja pronto para se entregar. E, então, chegará o instante em que você simplesmente se dará conta de que já não mais está às margens do amor. Caiu… entregou-se. Está perdidamente solto no abismo. Este é um momento indescritível, a visão real do oásis, a sua grande chance! Eis que você tem agora, no exato instante da percepção, não só a terceira, mas também novamente a primeira opção.
Ou seja, pode voltar, pode alcançar a beirada, agarrar-se às paredes e subir de volta. E tendo recuperado seu chão, pode dar os dez passos para trás… Ou, antes disso, pode avançar para a terceira opção.
Terceira: deixar-se tão vulnerável, tão desarmado e tão conscientemente indefeso que qualquer chão se esvai, abrindo-se para o abismo do amor.
Esta também parece, em princípio, uma atraente opção, não?! E realmente é! Entretanto, eis que aqui é cobrado o preço que poderia ser evitado na primeira opção: o da entrega!
Inevitável! Entregar-se custa… e custa caro! Mas caras são todas as preciosidades existentes. Caras são as melhores experiências que alguém pode viver. Portanto, vale a pena pagar o preço.
E a sugestão vai para você que ficou com a segunda ou a terceira opção. O amor é um abismo, um desafio, uma aventura, um risco. O amor contém todas as possibilidades, porque é flexível, inteiramente moldável, do começo ao fim. Deixar-se cair no abismo é permitir-se todas as nuances das probabilidades afetivas. E isso inclui os problemas, as diferenças, as expectativas frustradas e as desilusões. Inclui até o desamor, porque a gente nunca sabe do amanhã…
E quando tudo isso lhe parecer uma opção “furada”, uma escolha duvidosa, uma grande armadilha, esteja certo de que chegou o momento de expandir. Não há dor em vão, não há luz sem escuridão, não há arco-íris sem chuva… Porque o amor é fruto amadurecendo, é coração em processo de descoberta, é transcendência em movimento. O amor é dinâmico e exige escolha, uma depois da outra, a todo instante.
Lembre-se das opções. Fique atento às suas escolhas. Ainda que espere, à beira do abismo, esteja sempre a um passo do amor… e quando menos imaginar, estará envolvido sem que você tenha tempo de evitar! É o que eu desejo!
Rosana Braga

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ele me bate, mas me ama. Que sentido faz isso?

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Em primeiro lugar, é fundamental ter em conta que, a dignidade humana não pode aceitar, de forma alguma, qualquer tipo de violência e, como tal, homens e mulheres devem ter bem presente este requisito de vida.
 
Quando se inicia um relacionamento, não se pode partir da base de que, o mesmo será para a vida, que aquela pessoa é a única que existe à face da Terra e que, se a perdermos, ficaremos completamente isolados e sem soluções possíveis de vida.
 
Uma relação saudável tem de partir do pressuposto de que duas pessoas se vão conhecendo e descobrindo no tempo, que não existem pressões para uma vida conjunta, muito menos, um compromisso para a vida.
 
Se no passado o amor era eterno e dava lugar a um conjunto de sofrimentos, no tempo atual, existem diversas modalidades que passam pelo namoro, por uma relação em que cada um vive na sua casa, na união de facto e no casamento, pelo que, a decisão deve sempre ser muito bem ponderada para evitar entrar em esquemas difíceis de cortar. 
 
No entanto, afirma como se assume o relacionamento, é o que menos pesa quando de violência doméstica se trata, já que, o principal problema reside nas mentalidades: no aceitar ou no rejeitar qualquer forma de agressão, pois um papel que se assina ou não, não define o bom funcionamento conjugal, muito menos o tipo de vida conjunta que queremos desenvolver com outra pessoa. 
 
Esse desejo tem de partir de cada pessoa antes mesmo de iniciar um namoro, pois se idealizamos um relacionamento estável e onde a violência de qualquer forma não pode existir, aos primeiros sinais, temos de recuar com todas as nossas forças e não dar espaço a que a agressão se concretize. Depois, é preciso ter em conta que, existem diversas formas de agressão que não só a física. 
 
Emocionalmente muitos parceiros ficam desgastados, bem como sofrem problemas ao nível da dependência que, talvez seja o mais grave e aquele que impede uma ação e um corte no futuro.
 
Cada pessoa tem de se sentir livre na relação, tem de se permitir alimentar a auto-estima e o seu bem-estar,; gostar de si para depois poder projetar algo no outro.
 
Um requisito importante é encarar o amor como sendo a capacidade de dar ao outro aquilo que nos transborda e não aquilo de que necessitamos para viver.
 

Ninguém pode dar aquilo que não tem para si mesmo, talvez por isso, muitos parceiros entrem em relações muito complicadas de dependência para tudo, até para saber se merecem estar vivos.
 
Efetivamente, é deste tido de vítimas que os agressores gostam, já que reúnem todas as condições para ser agredidas, para se manter em silencia e para não procurarem qualquer tipo de solução. Depois a degradação humana é de tal ordem, que se torna quase impossível que, uma vítima que se encaixe neste padrão, consiga sair sem ajuda, sem sofrimento e sem uma mudança profunda.
 
Recorde-se que, este tipo de relação envolve uma violência psicológica superior à física, a ponto de, a vítima não conseguir vislumbrar outra vida que não aquela. Perdeu a lucidez e a capacidade de fazer frente ao agressor e de procurar uma vida digna, pois já comprometeu a dignidade.
 
A este facto, acrescenta-se a vergonha da separação, o medo das dificuldades econmicas, a crítica dos filhos e tantos problemas que acabam por alimentar uma vida sem sentido e baseada em sofrimento. A vítima habitua-se ao seu próprio silencia, lamento e tristeza e não consegue acreditar que exista vida para além daquelas quatro paredes e de uma violência atroz.
 
Na maioria dos casos, as vítimas tiveram uma formação pessoal débil; foram maltratadas pelos pais, não desenvolveram auto-estima, muito menos tiveram oportunidade de construir e de alimentar sonhos e de criar uma atitude corajosa face a vida. De serem capazes de dizer a si mesmas que, não aceitam uma repetição da vida que os pais lhe ofereceram, quando esse é o ponto de partida.
 
Ninguém está condenado ao sofrimento só porque nasceu na família menos correcta; num lar que não tinha condições morais para ter uma criança, pelo que o sentido de luta ainda deve ser mais validado. Uma criança que nasce pobre, pode vencer na vida como qualquer outra, é preciso é que aproveite a sua inteligência e personalidade.
 
O mesmo se passa em relação à agressão. Quem é agredido, não tem forçosamente de agredir para se vingar ou para se sentir mais feliz, mas sim procurar ajuda para tratar os traumas e seguir em frente.
 
Habituamo-nos a desculpabilizar tudo e todos e a não termos coragem de nos desculpar e de seguir um novo rumo!
 
É comum a mulher aceitar que o homem lhe bata porque cresceu nesse ambiente, porque bebe e porque é infeliz. E a mulher aguenta porque o ama? E o seu amor próprio não lhe diz que também teve um percurso difícil e que merece ser encara como uma pessoa digna e respeitada? E não se respeita a si mesma aceitando que a agridam de qualquer forma?
 
Talvez ainda nos falte compreender que, antes de amar alguém, temos de nos amar a nós mesmos, pois só assim poderemos cortar com este enraizado de pensamentos que não melhoram a condição humana gerações após gerações.
 
Mesmo que não haja força para lutar em algumas situações, os nossos filhos são sempre uma preciosa fonte de inspiração; a força para sair de um buraco e procurar a claridade; um novo rumo.
 
Ao mesmo tempo, é preciso ter em conta que, quem ama cuida; jamais agride!
 
Todas as mulheres vítimas de violência sabem que os maridos não as amam e que as agridem porque elas deixam, pois não têm coragem para colocar m ponto final na vida degradada que têm, mas projetam a pena no agressor e acabam por justificar tudo porque “ele não tem ninguém, é um desgraçado sem mim”. 
 
Estas mulheres são agredidas porque têm pena de si mesmas e dizem que é deles. Porque não conseguem encontrar soluções e, na maior parte dos casos, têm-nas mesmo em frente ao seu olhar, mas não têm força interior para começar a viver. Claro que, mais cedo ou mais tardem estas mulheres acabam por perder a vida que deixaram roubar no tempo. Não lutaram pela vida, não construíram sonhos, não alimentaram desejos e não quebraram um ciclo e, são manchete nos jornais pelos piores motivos…
 
Tudo tem de começar dentro de nós. Não aceitar qualquer tipo de violência, muito menos de dependência. Qual tal acontece, temos a obrigação de pedir ajuda, pois algo está a dar sinais de que não está bem. 
 
O ser humano não nasceu para depender, mesmo que não tenha emprego e que o dinheiro seja ganho apenas por um, o outro tem de fazer valer o seu valor, a sua qualidade e aquilo que merece. O dinheiro não paga os maus-tratos, a vida, muito menos a resignação!
 
Uma mulher não tem de trabalhar fora de casa para se proteger da violência do marido e vice-versa. Existem inúmeras formas de valorização e de ganhar algum dinheiro. 
 
O tempo que se perde a alimentar a dor e o sofrimento, deve transformar-se em luta. Fazer trabalhos em casa que possam gerar alguma receita e a possibilidade de conviver com outras pessoas, de encontrar novas saídas.
 
A crise também não pode desculpa para aceitar qualquer tipo de violência, pois sempre houve dificuldades e ideias para as superar!
 
O primeiro passo é cada pessoa aceitar e assumir que gosta de si mesma e que vai lutar para se sentir realizada e capaz de amar e de ser amada!
 
Os ditos do passado, “passaram à História” quando percebemos que se viram contra a nossa felicidade e bem-estar a todos os níveis!
 
Muito mais do que ler e sufocar a dor, é preciso ler, aprender e agir; reagir e não permitir que um ciclo negativo se arraste.
 
“Sempre que se fecha uma porta, abre-se uma janela” – porque não seguir esta orientação?

sexta-feira, 17 de março de 2017

Carta do futuro para quem sofre de amor hoje

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Talvez você leia essas linhas com mau gosto. Afinal de contas, a primeira característica comum aos que sofrem de amor é a certeza de que nada faz passar a dor que estão sentindo. E eu não fui diferente.
Não é como se o sentimento fosse um buraco no seu peito, mas como se você fosse o próprio buraco, perdido em si mesmo.
Eu entendo. E pode se irritar e clicar no “del” que fica à sua direita, mas eu sorrio. Sorrio porque aqui, depois do tempo que passou, no seu futuro, eu sei que sofrer por amor é o que nos dá, mais do que nunca antes, a certeza de que estamos vivos. De que é possível sentir cada parte do nosso corpo, mesmo que seja porque a dor não cabe no peito e se espalha pelo pêlos, terminações nervosas e unhas. Tudo dói. Doer de amor é a certeza de viver. Viver para morrer de amor.
Mas a morte não vem. Não vem e o futuro vai te fazer perceber que ninguém morre de amor. Amor é uma doença que não tem complicações, não leva pra UTI, não amputa. Amor é doença que cura. Amor é o sofrimento mais genuíno que existe porque o motivo do amor é só o amor.
Eu sei, você quer ficar em casa. Porque amor é doença. Igual gripe. Você quer estar embaixo das cobertas, chorar, tomar sopas e chás quentinhos. E aqui está a primeira coisa que, daqui do futuro, vejo que deveria ter feito. Faça esse amor girar, coloque esse sentimento para criar. Escreva, leia, pinte, borde, pule, fotografe, cante, componha. Transforme o amor que você sente em arte.
O amor que se transforma em arte se torna eterno. E aí você não vai mais sentir medo de perder esse sofrimento. Sim, porque nós sofremos pelo fim do amor porque não queremos perder o sentimento para o tempo. Sofrer de amor não é querer que ele acabe. É querer que ele seja eterno.
Daqui, do futuro, eu sei que ninguém que te disser “ele não te merece” vai mexer em um só pingo desse amor. Também sei que aqueles que te dizem “vai passar” ou te chamam de tolo não te trazem consolo, mas raiva. Você automaticamente pensa que eles não sabem o que você está sentindo, não estão sofrendo como você, não viveram aquela paixão.
Querida, eu (que sou eu no seu futuro) te digo com todas as letras: não vai passar e não vai doer menos simplesmente porque você quer. Quando mais você se importa em esquecer, mais lembra. Deixe a vida, deixe rolar, deixe sofrer. O amor só para de doer quando acaba, seca, dói tudo que tinha pra doer.
É igual gripe, que a minha avó já dizia que só passava em sete dias. O remédio pode até dar a sensação de que passou, mas quando anoitece você sabe que ela ainda está ali. E deixa estar. Não tenha pressa pelo fim do amor. Ele vai passar na hora certa, mas não vai acabar nunca.
Hoje, do futuro, eu te digo: quem você amou não morre nunca. Mas surgem novos amores, cheios de realidade, cheios de vida, que te mostram que o que você pensou que era amor era só uma lembrança bonita, um apego pela primeira descoberta, uma certeza que você precisava naquele momento. O amor, menina, o amor não morre nunca. Ele metamorfoseia, transforma e te acompanha pra sempre.
Sofrer de amor é bonito. Dói, mas é bonito. Eu só cheguei aqui, longe de onde estive quando estava aí sofrendo de amor, porque sofri. Sofrer de amor é necessário, cresce, te faz tomar as rédeas da sua vida.
Então viva. Viva esse sofrimento, essa dor, esse amor. Esgote as suas lágrimas pela morte do amor, achando que um dia ela vai chegar.
Porque se hoje eu estivesse com a sua idade, sofreria mais. Me entregaria com todas as forças a essa dor de amor. Porque sofrer de amor nos dá a maior certeza das nossas vidas: a que estamos vivos.

domingo, 12 de março de 2017

Amar demais faz mal!

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(Aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar...)

É preciso amar de forma saudável, pois do contrário, colocamos em risco nosso bem estar emocional.
Quando alguém está amando de forma inadequada, existe sofrimento, aí é hora de refletir e ver o que pode ser feito.
Quando queremos “entender” tudo do outro; o colocamos em primeiro lugar, tentando tornar seu terapeuta, estamos amando demais!
Podemos transformar nossa forma de amar, numa relação saudável! Mas, para que isto aconteça é necessário que estejamos bem conosco, nos colocando num lugar especial na vida; para em seguida poder compartilhar este amor com alguém.
Amar demais é tão comum, principalmente para muitas mulheres, que às vezes até se acredita que é assim que funciona os relacionamentos íntimos; e assim que deve ser.
Amar demais é quando o parceiro é “inadequado”, desatencioso ou inacessível, e mesmo assim, não conseguimos deixá-lo; ele está em primeiro lugar, ele se torna o mais importante em nossa vida.
Amar demais, é viver num mundo de fantasias; não dando conta de enfrentar uma realidade do dia a dia, das dificuldades que o ser humano vive; das diferenças existentes entre duas pessoas.
No amor saudável, estão associados ao amor verdadeiro, os sentimentos de serenidade, segurança, devoção, compreensão, companheirismo, apoio mútuo e conforto.
A profundidade do amor pode ser medido pela confiança e respeito mútuos.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso.
Entre casais que se unem, visando a longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos, vida própria, um tempo para cada um.
É preciso saber se este amor faz bem, ou não; se não fizer bem, não é amor.
Portanto é necessário avaliarmos nossas relações de tempo em tempo; estando atento aos nossos sentimentos, onde com certeza nos levará a um resultado melhor, cheio de prazer e harmonia.

Vera Licia Menezes Logrado - PSICÓLOGA




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Ele é agressivo, o que faço?

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E os e-mails chegam o tempo todo, contando que o  namoro ia bem até que o humor dele se tornou frágil. Uma cara feia aqui, uma reclamação ali e, quando você menos espera, um palavrão. Ele te critica, espezinha, machuca. Numa briga, te segura pelo braço. Na outra, dá um empurrão. Cuidado: esse namoro pode estar ficando perigoso demais para você.
Há vários tipos de agressão, da psicológica à física. Muitas vezes recebo e-mails repetitivos dizendo assim:  "Toda vez que bebe, meu namorado fica agressivo. A última vez chegou a me empurrar e chutar", "estou ficando com medo. Não sei como agir, eu amo ele demais, mas tá difícil". 
Diante de uma situação como essa, a mulher não tem que pensar duas vezes e procurar ajuda. "Foi para isso que a Delegacia da Mulher foi criada: para proteger mulheres que ficam com medo e continuam o relacionamento com homens violentos". Mantenha distância desse tipo de relacionamento. "Você deve se amar muito mais que a qualquer pessoa. Tenha amor próprio e saia dessa.
É importante reagir logo na primeira vez em que o parceiro se comportar de forma inadequada. 
O homem a agride pela primeira vez e a mulher não faz nada. O homem para de trabalhar, deita no sofá e pede uma cerveja e ela não reage. Pronto. Começa a vida dura. 
Lembrando que a mulher sofre e tem medo de nunca encontrar um novo amor por se sentir inferior ou por conta das ameaças do atual namorado. "Amar não é aceitar tudo calada. Amar é ser amada e resolver problemas juntos".
SE CUIDA E PROCURE AJUDA O QUANTO ANTES

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